Conheça o Músculo deltóide

Conheça o Músculo deltóide

Responsáveis pela movimentação a partir de comandos recebidos pelo sistema nervoso, o corpo humano possui dezenas de músculos, com diferentes classificações. Ao todo, a massa muscular do homem chegar a significar de 40 a 50% de seu peso. O músculo deltóide, um dos músculos do dorso, recebe este nome por apresentar semelhança à forma triangular da letra do alfabeto grego “Delta”.
Também conhecido como músculo do ombro, dada a sua localização no corpo humano, conforme ilustrado na figura acima, o deltoide é o responsável por movimentar os braços, elevando-os e direcionando-os a partir de flexão e também extensão dos membros. O músculo do ombro é constituído em três partes: a anterior e posterior. A anterior é responsável por levantar os braços para cima e para frente, no movimento que temos conhecido como flexão e o posterior direciona o membro para cima e para trás, movimento que conhecemos como extensão.
Anatomicamente, podemos dizer que o deltóide é inserido no acrômio, na clavícula, no úmero e na omoplata e encontra-se na face externa articulação escápulo-umera, grupo de músculos responsáveis por diversas articulações da região do ombro e que também agem sobre diversos ossos da área.
Mesmo sendo um músculo espesso, o deltóide pode apresentar lesões que tornem dificultoso ou até mesmo doloroso a movimentação dos membros, desde os movimentos simples e normais até os movimentos conjugados às ações de outros músculos. Atividades físicas sem condicionamento e aconselhamento adequados podem ocasionar estes e outros inúmeros danos à saúde do músculo. Musculação, tênis, natação e voleibol são algumas das muitas categorias das práticas esportivas que, exercidas de maneira incorreta ou abusiva, podem ser a causa das lesões do músculo deltóide e outros músculos essenciais ao movimento. Um eficiente programa de alongamento, fortalecimento e técnicas de massagem esportiva podem figuram como importantes recursos na prevenção de lesões.
As lesões do músculo deltóide são conhecidas e tratadas partindo de uma classificação de nível ou grau. No primeiro estágio há pouca dor e a movimentação é feita ainda com certa facilidade. Possível inchaço e dor súbita, com resistência a movimentos, caracterizam o segundo estágio de lesão e já o terceiro é caracterizado por dor extrema e pelo impedimento de movimentação, que chega a afastar muitos atletas das quadras e piscinas por um período de 3 a 12 semanas que pode ser prolongado por tempo indeterminado.

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Larissa
17/08/09


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