Tratamento para Síndrome do Pânico e Depressão

A Depressão e a Síndrome do Pânico tem afetado cada vez mais a população. Por isso, o tratamento é fundamental para tais doenças.

Tratamento para Síndrome do Pânico e Depressão

Problemas psicológicos estão cada vez mais comuns em nossa sociedade. A violência doméstica e nas ruas, a falta de esperança, desilusões em diversos setores da vida, irritação quando algo não sai como se desejava faz com que o número de depressivos cresça assustadoramente. A estimativa mundial é que cerca de 30% das pessoas sofram de depressão e que 2% a 4% sofrem de síndrome do pânico, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

Algumas pessoas ainda acham que esses tipos de problemas psicológicos são frescura ou falta da pessoa ter o que fazer. Mas são doenças sérias e que atrapalham demais a vida de quem as têm e sem o tratamento correto, elas ficam desorientadas e em alguns casos chegam a cometer atos contra a própria vida.

Apesar de alguns acharem que é a mesma coisa, existem diferenças entre a Síndrome do Pânico e a Depressão.
A Depressão afeta o estado de humor da pessoa, deixando-a como uma tristeza profunda e fora do normal. Qualquer um pode desenvolvê-la, mas em geral as mulheres são as mais afetadas. Relativo á doença, algumas vezes não é possível saber com certeza o motivo que a gerou, bem diferente dos motivos que nos levam a ficar “depressivos” durante o dia. Ela pode ser uma soma das decepções obtidas durante certo período, que se juntam com fatos genéticos e fatos ao nosso redor como separações, perda de pessoas queridas, estresse, vida desregrada, entre outros.

O diagnóstico se dá por perceber a intensidade do sofrimento da pessoa e como ela se sente. Os sintomas são os mais variados: desânimo, se afastar da vida social, insônia, falta ou aumento do apetite, cansaço e etc.
O tratamento certo é procurar um psicólogo e expor o que está havendo, passando medicamentos ou até mesmo sugestões de um hábito de vida diferente. Na maioria das vezes o depressivo se rejeita a procurar o médico porque não acredita estar doente. Por isso é importante o auxilio da família e dos amigos para orientá-lo a procurar ajuda.

Já a Síndrome do Pânico a pessoa tem crises de medo e desespero inesperadas. Sente falta de controle no corpo, impressão de que terá um ataque cardíaco e começa a suar. As crises não tem horário para começar nem terminar, podendo durar cinco, dez ou 25 minutos. Alguns dos sintomas da Síndrome são: falta de ar, boca seca, tremores e na garganta, medo extremo parecendo que vai sair de si, taquicardia, formigamento no corpo, tonturas aterrorizantes, sensação que algo trágico vai acontecer ou que você vai enlouquecer.
A pessoa acaba ficando com tanto medo de ter outra crise que começa evitar lugares onde poderia desencadear a crise; esse sintoma é conhecido como agorafobia.

O tratamento pode ser à base de remédios e terapia com psicólogo. Essa terapia consiste em ir expondo de forma gradual o paciente aos ambientes que lhe causam algum tipo de desconforto para ele se habituar ao estresse.

Em qualquer um dos dois casos, é importantíssimo que a pessoa tenha força de vontade para mudar seus modos de pensar e agir, pois sem isso, de nada adianta o gasto com médicos especialistas e medicamentos. A solução é ter força de vontade e crer que tudo dará certo.

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Ariane
30/03/09


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